terça-feira, 22 de outubro de 2013
"ENTRE RIOS" - a urbanização de São Paulo
Um excelente documentário sobre a urbanização de São Paulo, com um
enfoque geográfico-histórico, permeando também questões sobre meio
ambiente, política.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Princípios Importantes
1. Aprimorar o educando; a nossa tarefa como professor
ou educador não é a de instruir, mas a de educar nosso aluno como pessoa
humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mas povoado de
corações, de dores, incertezas e inquietações humanas.
A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma.
De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie.
Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma.
De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie.
Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
2.
Preparar o educando para o exercício da cidadania. Devemos ter como grande finalidade o ministério de fazer o bem às pessoas, fazer o bem é preparar nosso
aluno para o exercício exemplar e pleno da cidadania.
O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a saber fazer, a construir espaço e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.
O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a saber fazer, a construir espaço e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.
3.
Construir uma escola democrática. A gestão democrática
é a palavra de ordem na administração das escolas. Os educadores que atuarão no
novo milênio devem ter na gestão democrática um princípio em que não arredam
pé, não abrem mão.
Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com equidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais nos preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada.
Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.
Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com equidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais nos preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada.
Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.
4.
Qualificar o educando para progredir no mundo do
trabalho. Por mais que a escola qualifique seus recursos humanos, por mais que
adquira o melhor do mundo tecnológico, por mais que atualize suas ações
pedagógicas, sempre estará marcando passo frente às novas transformações
cibernéticas, mas a escola, através de seus professores, poderá qualificar o
educando para aprender a progredir no mundo do trabalho, o que equivale a
dizer, a oferecer instrumentos para dar respostas, não acabadas às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo
de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo
que vem nas novas ocupações e empregabilidade.
5.
Fortalecer a solidariedade humana. É papel da escola
favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma
catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A
solidariedade que cabe à escola ensinar é a solidariedade que não nasce apenas
das perdas materiais, mas que chega como adesão às causas maiores da vida,
principalmente às referentes à existência humana
aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.
aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.
6.
Fortalecer a tolerância recíproca. Um dos mais
importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos
é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de
adesão aos processos de formação do educando.
A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando.
Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que seja diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos.
A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando.
Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que seja diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
A gagueira tem cura ?
É fundamental que isso seja dito, porque a gagueira é um dos problemas mais presentes nas crendices populares. Não há quem não conheça uma receita para acabar com esse mal, quase que milagrosamente. Ovos crus na alimentação diária, goles de água de cabeça para baixo, pedras na língua, tapas na cabeça, entre tantos outros. E o gago também faz parte da cultura nacional como o bobalhão, o desengonçado, o motivo da piada. E isso não tem graça nenhuma. Daí a propaganda veiculada nos meios de comunicação: gagueira não tem graça, tem tratamento.
A
gagueira é caracterizada por uma disfluência de fala seguida de mecanismos de
evitação e muita tensão. A pessoa gaga acha que não é capaz de falar com
fluência, mas como não pode existir simplesmente sem falar, quando se vê diante
de uma situação de comunicação, fica tensa; procura evitar as palavras quando
sabe, de antemão, que vai gaguejar; usa de artifícios como tiques diversos para
garantir a fluência.
O resultado disso é uma pessoa visivelmente travada ao
falar, cheia de movimentos involuntários que não fazem parte de uma
gestualidade natural durante um diálogo, usando palavras que, muitas vezes, não
faziam parte do discurso originalmente pretendido. Geralmente seus
interlocutores não sabem exatamente como agir nesses momentos.
Acabam por
antecipar as palavras para o outro ou receitar medidas que facilitem a
expressão, como fique calmo, respire fundo, fale devagar. O conteúdo da
conversa se perde e a sensação para o gago, a cada situação de comunicação, é
de muito fracasso e sofrimento. Quem se reconhece nessa descrição deve procurar
um fonoaudiólogo. Ele é o profissional mais indicado para dar encaminhamento a
esse problema.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Bullying
O bullying é um problema mundial,
podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam,
tais como escola,faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no
local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não
admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema
ou se negam a enfrentá-lo.
Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas
onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão
inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os
colegas.
As pessoas que
testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e
se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor.
No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying,
o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados
negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças
ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com
sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de
relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos
extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s)
autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia,
pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre
seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos
agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de
reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte
sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil,
uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares
revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da
5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática
são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
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